sexta-feira, 7 de novembro de 2014




Emagrecendo com o Pilates

O pilates emagrece?

Esta é uma pergunta muito frequente e geralmente com uma entonação de desconfiança. Isto porque as pessoas costumam achar que exercícios que emagrecem são apenas aqueles de alto gasto energético e acreditam que uma aula  consome poucas calorias. Pode ser que nem uma coisa nem outra seja totalmente verdadeira.
Ao longo do texto, explicaremos um pouco melhor como funciona a relação entre exercício físico e perda de peso, e como o Pilates pode contribuir com seu projeto de emagrecimento.
Aeróbico ou Anaeróbico?
O Pilates é uma atividade anaeróbica que utiliza uma energia que independe do uso do oxigênio, assim como a musculação;
Enquanto a aeróbica envia energia ao músculo a partir do consumo do oxigênio, logo, gasta mais calorias, e queima mais gordura.
No entanto, o método Pilates promove uma total mudança no condicionamento físico, na consciência corporal e até mesmo no estilo de vida do praticante e, por isso, é  um poderoso aliado na busca por um corpo mais leve e livre de gorduras indesejadas.

Por que o Pilates emagrece ?

Como indicamos no início do texto, o Pilates contribui com o emagrecimento de três maneiras principais, primeiro aumenta a massa muscular, e corrige sua respiração o que acelera sua taxa de Metabolismo, ou seja, aumenta a quantidade de calorias que você gasta mesmo quando não está fazendo qualquer atividade. Segundo, o Pilates por ser um exercício que trabalha corpo e mente de maneira integral, controla a ansiedade a principal vilã das dietas,  responsável por boa parte das calorias indesejáveis consumidas durante o dia.
Por último, o Pilates pode ser um exercício com um excelente gasto calórico, ao contrário do que muitos imaginam, uma aula de Pilates pode ter um gasto calórico bastante razoável: mais de 500 calorias por aula. Isto sem levar em consideração uma aula de Jump Reformer, que pode consumir ainda mais calorias. Para efeito de comparação, o RPM, considerado um exercício de altíssimo gasto calórico consome em média, 800 calorias por aula. É mais do que o Pilates, mas não tanto quanto se imagina, e não tem todos os outros benefícios do Pilates que podem impulsionar ainda mais sua perda de peso.
Vale lembrar que em muitos casos, aquela barriguinha saliente que causa tanta insatisfação, é resultado muito mais da má postura do que de alguns quilinhos a mais. O Pilates corrige a postura, deixando o corpo mais elegante e alongado. Além de nos tornar mais ativos, bem-humorados e satisfeitos com nosso corpo. E isto é fundamental para conseguirmos nossos objetivos.
Na prática, o método de maneira integral ajuda a emagrecer porque substitui a gordura por massa corporal magra, modela o corpo, acelera o metabolismo, tonifica a musculatura, corrige a postura, alinha sua coluna, alonga a silhueta e ainda eleva a autoestima, diminuindo a ansiedade. E é o balanço de todos esses fatos que vai implicar um uma mudança global no praticante do método.


5 Dicas para emagrecer e perder barriga 
Estas 5 dicas simples para emagrecer e perder barriga envolvem apenas mudanças de hábitos e podem ajudar a eliminar até 2 kg por mês. As dicas estão listadas por ordem de importância, começando por:
1.   Dormir Bem. Pode parecer óbvio, mas fazer dieta em fase de muito trabalho e pouco sono é tortura. Descansar bem dá ânimo para cumprir os compromissos do dia a dia e fica mais fácil resistir às tentações. Além disso, descansar apropriadamente deixa o corpo disposto para fazer mais exercícios. Em média, diariamente, as pessoas precisam de 6 a 8 horas de sono para descansar.
2.   Beber muita água durante o dia. A água durante as refeições não é aconselhada, por isso, procure beber líquidos até meia hora antes das refeições. Depois de comer, espere outra meia hora para voltar a beber água. A quantidade de água necessária varia de pessoa para pessoa. Beber entre 1 e 2 litros de água por dia não é demais e deve ser feito todos os dias. Veja como beber 2 litros de água por dia.
3.   Fazer algum exercício físico. O tipo do exercício não é o mais importante. É natural que correr muito rápido emagreça em menos tempo do que apenas caminhar. Mas, correr não é para todas as idades, nem para todos os joelhos. Por isso, se a sua melhor opção, para todos os dias ou 3 vezes por semana, é caminhar, esse é o melhor exercício físico do mundo pra você. O importante é fazer o que o corpo permite e nunca ficar parado. Veja 3 Exercícios simples para fazer em casa e Perder Barriga.
4.   Comer frutas e legumes. Insira no regime alimentar frutas ou legumes em todas as refeições. Como, por exemplo, uma salada de frutas com iogurte no lanche da tarde e uma salada de alface, tomate, atum e maçã no jantar. Mesmo em pequenas quantidades durante o dia, as frutas e legumes fornecem muitas fibras e vitaminas e, por isso, é fonte de saúde e ajuda a emagrecer e perder barriga. Confira a dieta para perder barriga.
5.   Não ficar com fome. Fazer pequenas refeições a cada 3 horas pode parecer exagerado, mas é certo que a fome não aparece. Dessa forma, as porções de comida, aos poucos, vão diminuindo e o peso também. Colocar lembretes no celular ou na agenda e se programar no dia anterior, para os horários das refeições, pode tornar essa tarefa mais fácil de cumprir.

Como emagrecer com saúde

Se parece que emagrecer é muito difícil, pode ser importante consultar um endocrinologista para analisar se a glândula tireóide está funcionando como deveria. Além disso, um nutricionista, ou médico nutrólogo, pode ser consultado para estabelecer regras de regime alimentar personalizadas e, assim, ficar mais simples de cumprir. Somado a isso, é muito bom ter alguém a mais no "time", torcendo e cobrando resultados. Assista o vídeo e veja mais dicas:
Emagrecer depois da gravides 


Para emagrecer depois da gravidez não se pode fazer qualquer dieta, o ideal é ser acompanhada por um nutricionista. Durante o período de amamentação, a mulher chega a gastar 900 calorias para cada litro de leite que seu corpo produz, o que é uma grande ajuda na luta contra a balança, equivalente a uma ida à academia de ginástica.

Como emagrecer depois da gravidez

Além de queimar as "gordurinhas" acumuladas durante a gestação, a amamentação também estimula a contração do útero até que este volte ao seu tamanho original.

O que comer para emagrecer depois da gravidez

Saber o que comer para emagrecer depois da gravidez faz toda a diferença, por isso a mamãe não deve consumir  alimentos ricos em gorduras, frituras, refrigerantes, nem café,  e deve abusar de alimentos e ricos em vitamina D e em cálcio, mas não esquecendo das fontes de proteínas, das verduras, legumes e frutas que são muito importantes para uma alimentação equilibrada.

O que fazer para emagrecer depois da gravidez

A prática de exercícios físicos pode ser retomada 20 dias após o parto, mas de forma leve, como caminhada, ioga e hidroterapia. Para aquelas que estão habituadas a praticar atividade física e a fizeram mesmo durante a gravidez, à volta à pratica de ginástica  pode ser feita 1 semana após o parto normal, porém a opinião e o conselho do obstetra é que irá determinar esta data.


MEU FILHO NÃO COME!

O que eu faço?


"Come só um pedacinho! Olha, se você comer o arroz, a mamãe lhe dá um chocolate! Se não comer tudo, não vai brincar!" Quantos pais já não usaram ao menos uma destas frases na tentativa de verem seus filhos se alimentarem? Se você é um deles, saiba o que dizem os especialistas sobre o tema
Insistir ou até obrigar os filhos a comerem não é o correto. Claro que a preocupação é compreensível, afinal uma boa alimentação resulta numa criança saudável, mas não é por pular uma refeição ou outra que os filhos ficarão desnutridos ou terão o desenvolvimento comprometido. A nutricionista Melissa Saikawa Bonesi Imamura destaca que há duas classificações para a falta de apetite infantil: a orgânica e a comportamental.
A orgânica ocorre porque a criança tem alguma doença infecciosa ou está com carência de nutrientes, como vitaminas e minerais. Num e noutro caso, os sintomas dessa criança normalmente são apatia, palidez, fraqueza, sonolência, pele seca, cabelos finos e quebradiços, rachaduras nos cantos da boca e sangramento nas gengivas. A solução é levá-la ao pediatra e a um nutricionista para que, com o acompanhamento profissional conjunto, o problema seja solucionado.
A falta de apetite comportamental, esclarece a especialista, tem origem na dinâmica familiar e pode originar um ciclo vicioso, difícil de ser corrigido: a criança deixa de comer simplesmente porque quer chamar a atenção e acaba ganhando algum alimento de fácil aceitação, como uma bolacha recheada, mesmo estando no horário de uma refeição principal, como o almoço ou o jantar. Ao perceber que essa tática dá certo, a criança repete a atitude constantemente.
Pai e mãe devem ter em mente o seguinte: quando a fome apertar, a criança vai comer. Mas, nada de alarmes, não é preciso deixá-la com fome. Há caminhos bem mais suaves para persuadi-la a alimentar-se.
O primeiro passo é verificar se realmente não há nenhum problema de saúde, ou seja, se a falta de apetite não é de origem orgânica, incluindo o início da dentição, o que também resulta no desinteresse pelos alimentos. Não havendo nenhum problema do gênero, papai e mamãe devem adotar alguns procedimentos:
• Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;

• Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;

• Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;

• Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;

• Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;

• Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;

• O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranqüilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;

• A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;

• A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;

• Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;

• Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;

• Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;

• Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;

• Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;

• Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;

• Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso; 

• Por fim, seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.

Não esqueça que uma alimentação excessiva pode resultar num adolescente obeso, que futuramente irá procurar um endocrinologista para emagrecer. Considere também que a necessidade energética da criança vai diminuindo com o passar dos anos. Uma criança com três anos de idade, por exemplo, precisa de mais calorias do que uma com sete, o que torna normal a redução do apetite.
Há mães que, de tão preocupadas, oferecem suplementos nutricionais sem orientação. Sem querer elas podem estar contribuindo para a formação de um adulto obeso, pois a energia extra que a criança recebe passa a se acumular em seu tecido gorduroso.
O detalhe importante é que o número de células gordurosas de uma pessoa é definido até os dois anos de idade e, existindo um número muito grande de células adiposas no organismo adulto, essa pessoa terá mais dificuldade em controlar seu peso, ao contrário daquela que, na infância, recebeu uma dieta balanceada e produziu um número normal de células gordurosas.


40 DICAS PARA ENSINAR CRIANÇAS A COMER BEM

Hora do almoço e começa a missão impossível: pela milésima vez, pais, mães, babás ou professores tentam fazer com que as crianças comam uma refeição equilibrada, com verduras, legumes, grãos, proteínas etc. Ou simplesmente que comam --qualquer coisa.
A queixa de que o filho não come bem é uma das mais comuns e antigas nos consultórios pediátricos. A preocupação é legítima, mas há suspeitas de que, se os pais se preocupassem menos e relaxassem mais, boa parte do problema estaria resolvida. "Se a felicidade da família depende do que o filho de quatro anos come, ele está frito", avisa o pediatra Fabio Ancona Lopes, presidente do departamento de nutrologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
Explica-se: os sensores que regulam a fome e a saciedade estão em uma esfera do sistema nervoso central ligada às sensações primitivas dos indivíduos; estímulos intelectuais e afetivos acionam outras esferas. Se, na hora de comer, essas esferas entrarem em conflito --por exemplo, se a sensação de fome ou de saciedade não corresponder à percepção emocional de que a mãe "está feliz" com o que a criança comeu--, o circo estará armado.
E haja circo. Do aviãozinho à chantagem, da verdura escondida às promessas, pais e mães acabam achando que qualquer tentativa é válida. O problema é que essas estratégias não costumam funcionar sistematicamente. Por isso, mesmo quando os pais conseguem fazer com que a criança engula o alimento desejado, não se obtém o mais importante: criar o hábito da boa alimentação.
"Em uma casa onde todos têm bons hábitos, mesmo a criança que "não come" tem uma grande chance de estar se alimentando bem. E um dia a ficha cai. Ela vai saber e conseguir comer de uma forma saudável", acredita a nutricionista Maria Luiza Ctenas.
Duro é esperar até a ficha cair. Mas os pediatras garantem que, se os parâmetros de crescimento estão normais, não há porque se preocupar com a criança que, aparentemente, come pouco. E esses parâmetros são mais bem observados nos consultórios, por meio da curva de crescimento anotada pelo pediatra a cada consulta. Isso é importante, explica Lopes, porque a partir do segundo ano de vida até o início da puberdade a velocidade de crescimento é, naturalmente, bem menor do que a do lactente e a do adolescente.
Isso tudo não quer dizer que basta relaxar e deixar o filho comer quanto, o que e como quiser. Baixar a ansiedade é apenas o primeiro passo para fazer a questão da comida passar de problema a prazer. Esse é o segredo. Descobrir novas formas de apresentar os alimentos, prepará-los junto das crianças, além de adotar e transmitir bons hábitos à mesa podem exigir paciência. Mas esse processo não deve ser penoso. É o que mostram as 40 dicas dos especialistas ouvidos por Equilíbrio. 

Misturinhas


1 - Misturar alimentos não é bater tudo junto em uma pasta sem cor nem gosto definido. É importante deixar a criança entrar em contato com sabores variados e aprender a diferenciá-los. Mesmo em uma sopa feita com vários legumes, escolha a cada vez um que será predominante, na cor e no sabor: cenoura, beterraba, mandioquinha etc.
2 - Nas sopas de legumes, o melhor é amassar os ingredientes com o garfo, sem passar pelo liqüidificador ou pela peneira, para conservar as fibras dos alimentos.
3 - Acrescente legumes cortados bem fino no omelete ou no recheio de panquecas. Eles também podem entrar em croquetes, almôndegas e hambúrgueres feitos em casa.
4 - Incremente a massa da panqueca com espinafre (bata no liquidificador 4 ovos, 500 ml de leite, 1 colher (sopa) de manteiga derretida e 1/3 de maço de espinafre cozido, espremido e picado. Junte 200 g de farinha de trigo, bata até ficar homogêneo e frite em frigideira antiaderente).
5 - Yakissoba, macarrão japonês feito com legumes e carnes, é um ótimo exemplo de mistura saudável e completa que a maioria das crianças gosta de comer. Você pode comprar pronto ou fazer uma versão em casa (use os legumes que tiver à mão, massa longa e shoyu --não use sal).
6 - Inclua nas refeições comidas que a criança pode pegar com as mãos: cenoura baby, tomate-cereja, espiga de milho, hortaliças cortadas em palito (erva-doce, pepino).

Artes visuais


7 - Coloque os alimentos que compõem a refeição separadamente no prato ou em cumbucas individuais. Eles devem ter cores e texturas diferentes. Deixe a criança se servir sozinha e provar cada uma das diferentes porções.
8 - Não cozinhe demais os legumes. Quando estão crocantes, além de serem mais interessantes visualmente, porque mantêm a forma e as cores ficam mais vivas, eles são também muito mais saborosos.
9 - Para deixar a salada mais atraente, espalhe sobre as folhas croutons, batata-palha, ovo cozido picado, kani desfiado ou pedaços de frutas amarelas e vermelhas (para contrastar com o verde), como manga ou morango.
10 - Faça desenhos em cima do purê de batata. Nada complicado: pode ser um círculo ou uma espiral com ervilhas frescas ou congeladas. Não use as enlatadas --a questão não é apenas nutricional, é estética, porque as ervilhas de lata são moles demais e sua cor não é tão bonita.
11 - Outra idéia é espetar flores de brócolis japonês cozidas al dente sobre o purê. Fica mais gostoso quando é a própria criança quem faz a decoração de seu prato.
12 - Cremes ou pastas de vegetais servidos sobre torradas, frutas e legumes no espetinho também são maneiras simples de valorizar o visual da comida.
13 - Espante o tédio da mesa variando o preparo de cada alimento: um dia sirva cru, outro em forma de bolinhos, ou refogado, cortado em rodelas, ralado etc.
14 - Brincar com a apresentação do prato não significa esconder algum tipo de alimento. Chuchu é chuchu, tomate é tomate, mesmo que eles sejam, por exemplo, apresentados em forma de flor.
exemplos bem legais





Sem neuras


15 - Comer é um processo instintivo. O organismo regula a quantidade de energia que precisa por dia; se a criança não comer nada no almoço, por exemplo, ela acabará compensando nas outras refeições. Portanto, respire fundo e e espere até seu filho ter fome.
16 - Nenhum alimento é insubstituível. Seu filho não come cenoura? Ofereça abóbora, mamão ou outros vegetais amarelos e alaranjados, e as fontes de vitamina A estão garantidas. E ele nem precisa comer desses alimentos todo dia, porque o organismo estoca a vitamina A.
17 - A mesma idéia vale para qualquer grupo de nutrientes ou micronutrientes (vitaminas e sais minerais). O ideal é equilibrar todos os grupos em uma refeição, mas não se preocupe se seu filho passar mais de um dia sem comer algum tipo de nutriente. Espere por até uma semana e é provável que ele busque naturalmente alimentos que reponham sua necessidade.
18 - A partir dos 4 ou 5 anos, é normal a criança não querer tomar leite. Geneticamente, algumas populações (como as de origem mediterrânea e africana) têm mais dificuldade de digerir o leite (por causa da lactose), mas isso não ocorre com iogurte, queijos etc. E estes últimos podem fornecer todo a cálcio e a vitamina D que a criança precisa.
19 - Comida não é remédio. Qualquer pessoa pode passar a vida inteira sem tocar um bife de fígado. As necessidades normais de ferro são supridas se a criança comer proteína animal e frutas regularmente --as frutas fornecem vitaminas que ajudam na absorção de ferro.

Sem chance


20 - Não sirva no jantar o mesmo cardápio do almoço. Se for reaproveitar os pratos, reinvente as combinações.
21 - Não "ajude" a criança a finalizar o prato. Cada um come aquilo que está no seu próprio prato, a quantidade que achar necessária.
22 - "Raspar" o prato não é uma coisa linda, obrigatória, nem necessariamente desejável. Não obrigue seu filho a isso.
23 - Não faça ameaças de nenhum tipo, como dizer para seu filho que, se ele não comer, ficará doente e terá de ir ao médico. Aliás, quando a criança está doente mesmo, não a obrigue a comer. Mantenha a tranqüilidade e espere até ela sentir fome (isso é um sinal de que ela está se recuperando).
24 - Premiar quem come tudo também não é uma boa prática. É comum os adultos sugerirem que a criança deve comer os legumes, por exemplo, para poder ter a sobremesa. Nenhuma parte da refeição é um prêmio, cada uma tem a sua função, porção e lugar.
25 - O lanche também tem sua função, mas na dose, hora e lugar certo. Não compense no lanche o pouco que seu filho comeu no almoço. O máximo que vai acontecer é ele ficar com mais fome até a hora do jantar e, na melhor hipótese, comerá bem.

Por exemplo


26 - Crianças de 5 ou 6 anos estão na fase de estímulos primários. Elas são atraídas por cores, formas, novidades. Nessa fase, os pais podem proporcionar novas experiências gastronômicas para seus filhos, apresentando os diferentes sabores dos alimentos.
27 - Na boca, somos capazes de sentir apenas quatro gostos: doce (na ponta da língua), salgado e ácido (nas laterais) e amargo (no fundo da boca). A criança que já mastiga pode e deve entrar em contato com todos esses tipos de gosto; dessa forma, poderá reconhecê-los e formar um repertório de sabores (que é a mistura das sensações gustativas com as olfativas). Quanto mais amplo for esse repertório, maior a chance de seu filho comer (quase) tudo.
28 - A tolerância para o gosto amargo é determinada geneticamente. Por isso, não tenha medo de oferecer à criança alimentos com um certo amargor, como rúcula, por exemplo. Se ela tiver predisposição, maravilha; se não, também está ótimo, não insista. O importante é ela conhecer o sabor, para descobrir se gosta ou não daquilo.
29 - O ambiente da refeição deve ser tranqüilo, sem TV, música e muito menos gritaria. Deixe as conversas sérias e broncas para depois. Todas as refeições (lanches inclusive) devem ser feitas à mesa.
30 - Sempre que possível, faça pelo menos uma das refeições principais com seus filhos. Se o horário de trabalho for muito complicado, tente estabelecer um dia da semana para isso, como rotina.
31 - Comida de crianças a partir de dois anos é a mesma dos adultos --elas seguem os hábitos alimentares da casa. Isso significa que, se os pais não comem frutas ou verduras, os filhos seguirão o exemplo e forçá-los a comer salada pode ser um trabalho inútil. Nesses casos, é preciso rever os hábitos de toda a família.
32 - Leve as crianças para a cozinha. Quando elas mesmas preparam os alimentos, certamente vão querer provar o que fizeram. É uma experiência lúdica, prazerosa, como deve ser a relação com a comida.
33 - Ir à feira com as crianças é um jeito divertido de apresentá-las ao mundo das frutas e verduras. E os feirantes têm técnicas infalíveis para fazer o filho do freguês provar as frutas que querem vender.
34 - Fazer o supermercado com a família toda é um pouco mais complicado, mas vale a pena. É uma boa ocasião para fazer acordos --para levar sorvete, é preciso levar cenoura.

Vê se cola


35 - Sirva porções pequenas --até para dar oportunidade de a criança pedir mais, se quiser, porque gostou ou porque ainda está com fome.
36 - Se o seu filho diz que não gosta de um alimento que não conhece, proponha que ele prove um pedaço (tem de ser pequeno mesmo) e, se não gostar, não precisa comer. Dê um tempo e ofereça pelo menos por mais cinco vezes, em ocasiões e formas de preparo diferentes.
37 - Ofereça as comidas que as crianças gostam preparadas de forma mais saudável. Por exemplo, troque a batata frita por batata cortada em cubinhos, regada com um pouco de azeite e sal e assada no forno por cerca de 40 minutos.
38 - No lugar do doce com açúcar refinado, ofereça banana-passa --o açúcar da fruta pode saciar a vontade irresistível de comer um doce.
39 - Em vez de macarrão na manteiga, experimente servir a massa regada com azeite (ou, pelo menos, metade manteiga, metade azeite).
40 - Use pão integral em forma de bisnaguinha (à venda em supermercados e algumas padarias) para fazer o lanche da escola. No recheio, coloque o tipo de queijo ou frio preferido pela criança e alface picada temperada com azeite

quinta-feira, 6 de novembro de 2014


Morte súbita e a posição para o bebê dormir

Você sabe o que é a Síndrome da Morte Súbita? Qual é a posição ideal para o bebê dormir? De lado? De barriga para baixo? Ou de barriga para cima?


Regularmente surgem notícias de bebês que morrem de repente enquanto dormem em alguma creche ou berçário pelo país. Negligência dos profissionais que cuidam desses bebês? Nem sempre. A Síndrome da Morte Súbita pode ser a causa dessas mortes.
A morte súbita em bebê não tem causa definida e ocorre durante o sono. O diagnóstico é feito quando não há outra explicação para a morte. É realizado por exclusão. A 
síndrome da morte súbita é um dos maiores fatores de morte no primeiro ano do bebê
Profissionais da área de saúde analisam a ligação entre o modo como o bebê dorme e casos de morte súbita durante o sono.
Uma campanha lançada pela Pastoral da Criança, estruturada por uma pesquisa realizada na cidade de Pelotas e por campanhas e pesquisas internacionais, como EUA e Inglaterra, diz que colocar o bebê para dormir de barriga para cima diminui em 70% a morte súbita no bebê.
Isso tem explicação: o bebê que dorme de lado ou de bruços respira o mesmo ar que expira, isto é, o bebê inala um ar rico em gás carbônico e pobre em oxigênio, realizando uma asfixia, onde o bebê fica sem oxigênio podendo chegar ao óbito.
Os adultos também passam por isso, mas diferentemente dos bebês, os adultos mudam de posição quando ficam sem oxigênio suficiente. Por isso, a maior parte das mortes súbitas acontecem em bebês de 2 a 4 meses, podendo ocorrer desde o nascimento até por volta do primeiro ano.
A questão sobre o modo ideal de colocar a criança para dormir é controversa. Muitas mães têm medo de colocar o bebê dormindo de barriga para cima, pois podem engasgar com o próprio vômito.
No entanto, Cesar Victora, doutor em Epidemiologia, pesquisador da Universidade Federal de Pelotas e coordenador do Comitê de Mortalidade Infantil da cidade de Pelotas, ressalta que é preferível o bebê estar sujeito a sofrer engasgamento do que correr risco de morte.
Ao engasgar, o bebê tem o reflexo da tosse, que logo chama a atenção dos pais. Já inalando um ar rico em gás carbônico, o bebê está sujeito a morrer “silenciosamente”.
Como evitar riscos - Além de inalar o ar que expira, outros fatores podem ser causa da morte súbita, como:
- o superaquecimento do bebê. Por isso evite agasalhar demais o seu bebê na hora de dormir
- deixe o bebê com os bracinhos para fora das cobertas para que não deslize e fique debaixo das cobertas
- evite deixar no berço bichos de pelúcia, paninhos, almofadas, travesseiros ou outros brinquedos. Isso pode sufocar o bebê durante o sono.
- exposição do bebê ao fumo ou fumaça do cigarro durante a gestação e depois do nascimento. Os bebês de mães que fumaram durante a gestação têm três vezes mais riscos de morte súbita do que os bebês de mães não fumantes.
- nascimento prematuro ou baixo peso ao nascer
- dormir na mesma cama que os pais ou outras pessoas.
- o não aleitamento materno. O leite materno é digerido facilmente pelo organismo do bebê evitando, e muito, a regurgitação.
Opiniões distintas - A afirmação de que é melhor os bebês dormirem de barriga para cima ainda não é consensual entre os pediatras, mesmo que pesquisas indiquem que dormir nessa posição diminui os riscos de morte súbita.
Muitos afirmam que dormir na posição de lado ainda é melhor em alguns casos, como, por exemplo, os bebês que tenham refluxo gastroesofágico. Além de dormir lateralmente, o berço deve estar inclinado entre 15 e 30° na parte do tronco e posição lateral. Essa posição tende a esvaziar mais rapidamente e eficazmente o estômago do bebê, evitando a regurgitação e sufocação.
A posição lateral deve ser bem posicionada para que o bebê não vire para a posição bruços, essa posição, sim, tem maiores risco de sufocação e asfixia.
Outro argumento dos pediatras que não concordam com a posição de barriga para cima, justificando que a causa da morte súbita é desconhecida, sendo assim precipitado afirmar que apenas mudando a posição do bebê dormir fará tanta diferença.
Portanto, procure um pediatra da sua confiança e converse muito sobre a questão do posicionamento do bebê na hora de dormir e morte súbita e faça o que te deixar segura seguindo as informações do seu médico.
Vacinas



Desde que nascemos, as vacinas fazem parte de nossas vidas. Elas são consideradas produtos biológicos derivados ou semelhantes a um microorganismo  causador de determinada doença  e  servem para induzir o sistema imunológico a criar uma barreira de proteção.

As vacinas podem  ser encontradas em postos públicos de  saúde ou  em clínicas particulares,  são  eficazes e seguras. Apesar disso, podem  surgir reações leves e secundárias após a sua aplicação como dor, inchaço no local, febre  e mal-estar. Mas  é  importante ressaltar que a incidência e a gravidade desses eventos adversos são muito raras  e menores que o  impacto da própria doença. Portanto, as vantagens da imunização superam, em muito, os  efeitos colaterais. Algumas vacinas devem ser tomadas logo na infância. São elas:

• BCG: protege  contra  as  formas graves de tuberculose e deve ser dada logo após o nascimento;
• Tríplice bacteriana: é contra difteria, tétano e coqueluche. Deve ser feita aos 2, 4, 6 e 15 meses e entre 4 e 6 anos de  idade, seguida de reforço com a vacina dupla (contra difteria e tétano) a cada 10 anos;
• Tríplice viral: oferece proteção contra  sarampo, caxumba e  rubéola. Deve ser dada no primeiro ano de vida e repetida entre 4 e 6 anos de idade;
• Vacina contra rotavírus: protege contra a infecção gastrointestinal que causa diarréia,  febre, vômitos  e dor abdominal. É  a principal  causa de diarréia infecciosa na infância;
• Vacina contra hepatite B: administrada  em  três doses  –  ao nascer, com  1  e 6 meses de vida ou,  ainda, em  adultos de qualquer  idade que não foram vacinados. A infecção pelo
vírus pode levar à cirrose hepática ou câncer de fígado.

Nos  adultos,  as principais vacinas aplicadas são praticamente as mesmas das crianças: contra a gripe, hepatite B, difteria e tétano, tríplice bacteriana, entre outras. As de meningite C e hepatite A, que surgiram recentemente, também devem ser consideradas.

Vale dar ênfase à vacina anti-HPV (doença  sexualmente  transmissível), que protege contra o câncer de colo de útero e pode ser administrada em mulheres entre 9 e 26 anos de idade.
As vacinas contra gripe, pneumonia, meningite, hepatite do tipo A e gripe são importantes e recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria  e pela Sociedade Brasileira de Imunizações, mas somente podem ser encontradas em clínicas particulares.  
Existem também vacinas combinadas, em que a criança recebe proteção contra várias doenças com uma única aplicação (tetra, penta e hexavalentes), que são encontradas exclusivamente em estabelecimentos privados. Essas são administradas em forma acelular, ou seja, com quantidades menores de endotoxina, minimizando as  reações adversas  e  tornando-as mais benignas, sem deixar de fornecer a mesma efi cácia das convencionais.

A maior parte das vacinas requer a administração de mais de uma dose. É necessário  respeitar o  esquema vacinal  recomendado para obter uma  resposta  imunológica  adequada, com a proteção esperada contra determinada doença. Se a pessoa não der seqüência à vacinação, a eficácia dela poderá ser prejudicada.

IdadeVacinaDosesDoenças que imuniza
Ao nascerBCG-IDdose únicaFormas graves de tuberculose

Hepatite B1ª doseHepatite B
2 mesesVacina Pentavalente (DTP + Hib + HB)1ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, Hepatite B

VIP (vacina inativada contra pólio - injetável)1ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)1ª doseDiarréia e desidratação causada por rotavírus

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)1ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas peloPneumococo
3 mesesVacina Meningocócica C (conjugada)1ª doseDoença invasiva causada porNeisseria meningitidis do sorogrupo C
4 mesesVacina Pentavalente (DTP + Hib + HB) 2ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, Hepatite B

VIP (vacina inativada contra pólio - injetável)2ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)2ª doseDiarréia e desidratação causada por rotavírus

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)2ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas peloPneumococo
5 mesesVacina Meningocócica C (conjugada)2ª doseDoença invasiva causada porNeisseria meningitidis do sorogrupo C
6 mesesVacina Pentavalente (DTP + Hib + HB)3ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, Hepatite B

VOP (vacina oral contra pólio - gotas)3ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)3ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas peloPneumococo
9 mesesFebre amareladose inicialFebre amarela (em áreas endêmicas)
12 mesesVacina Tríplice Viral (SRC)1ª doseSarampo, rubéola e caxumba

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)reforçoPneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo

Vacina Hepatite Adose únicaHepatite A
15 mesesVacina Tríplice Bacteriana (DTP)1º reforçoDifteria, tétano e coqueluche

VOP (vacina oral contra pólio - gotas)reforçoPoliomielite (paralisia infantil)

Vacina Meningocócica C (conjugada)reforçoDoença invasiva causada porNeisseria meningitidis do sorogrupo C
Vacina Tetra Viraldose combinada (*)Sarampo, rubéola, caxumba e varicela (catapora). (*) dose única para Varicela (catapora) e segunda dose para as demais.
4 anosVacina Tríplice Bacteriana (DTP)2ª reforçoDifteria, tétano e coqueluche

Calendário de Vacinas para Crianças com Síndrome de Down do Estado de São Paulo

Crianças com Down têm vacinação diferenciada no Estado de São Paulo

Uma iniciativa das secretarias de Estado da Saúde e dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo possibilitou o acesso das crianças e adolescentes portadores da Síndrome de Down às vacinas que não fazem parte do calendário de vacinação do Ministério da Saúde e que costumavam ser oferecidas somente por clínicas privadas.
Como é uma ação do Governo do Estado de São Paulo, somente os moradores dessa região do país poderão ser beneficiadas com as vacinas diferenciadas, que não são encontradas na rede pública.
Quando do lançamento desse calendário (março de 2009) as vacinas pneumocócica e meningocócica C, Varicela (catapora) e Influenza (gripe) não estavam disponíveis no calendário do Ministérios da Saúde, mas hoje em dia já fazem parte, portanto apenas a vacina contra a Hepatite A será oferecida a mais nesse calendário diferenciado. Lembrando que atualmente a vacina contra a Influenza (gripe) está sendo oferecido pelo Ministério da Saúde, porém há restrição em relação a faixas etárias e grupos populacionais.
Mas atenção, esse calendário difere do calendário do Ministério da Saúde em quantidade e periodicidade das aplicações.
Essa síndrome é distinguida por um “defeitinho” no cromossomo 21, chamada de Trissomia do 21, que causa deficiência de habilidades cognitivas e do desenvolvimento físico.
O cromossomo 21 tem a função de adequação do sistema imunológico. É por isso que as crianças portadoras da Síndrome de Down estão mais suscetíveis a viroses e infecções por bactérias do que uma criança com perfeito funcionamento do cromossomo 21, explica o pediatra e geneticista Zan Mustacchi, chefe do Departamento de Genética do Hospital Estadual Infantil Darcy Vargas.
Fique atento - Como o risco de doenças é maior, o calendário vacinal deve ser diferenciado. As doenças infecciosas são a segunda maior causa de morte entre as pessoas portadoras da Síndrome de Down (90% dessas pessoas apresentam baixa imunidade).
Abaixo o calendário recomendado pelo Estado da Saúde e dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo publicada pelo Diário Oficial no dia 21/03/2009:
Calendário de Vacinas para crianças com síndrome de Down

IdadeVacinaDose
Ao nascerBCGDose única
Hepatite B
1ª dose
2 mesesVOP (vacina oral contra Poliomielite)1ª dose
Vacina tetravalente (DTP + Hib)1ª dose
Hepatite B2ª dose
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)1ª dose
Pneumocócica 10 (conjugada)1ª dose
Meningocócica C (conjugada)1ª dose
4 mesesVOP (vacina oral contra Poliomielite)2ª dose
Vacina tetravalente (DTP + Hib)2ª dose
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)2ª dose
Pneumocócica 10 (conjugada)2ª dose
Meningocócica C (conjugada)2ª dose
6 mesesVOP (vacina oral contra Poliomielite)3ª dose
Vacina tetravalente (DTP + Hib)3ª dose
Hepatite B3ª dose
Pneumocócica 10 (conjugada)3ª dose
Influenza (gripe)1ª dose
7 mesesInfluenza (gripe)2ª dose
9 mesesFebre Amarela1ª dose (para áreas de risco)
12 mesesSRC (Tríplice Viral)1ª dose
VaricelaDose única
Pneumocócica 10 (conjugada)4ª dose
Hepatite A1ª dose
15 mesesVOP (vacina oral contra Poliomielite)4ª dose
DTP (tríplice bacteriana)1ª dose
Meningocócica C (conjugada)3ª dose
18 mesesHepatite A2ª dose
4 a 6 anosVOP (vacina oral contra Poliomielite)5ª dose
DTP (tríplice bacteriana)2ª dose
SRC (Tríplice Viral)2ª dose
TODO ANO - Aplicar Influenza (Gripe)
A CADA 10 ANOS - Aplicar Febre Amarela (para áreas de risco).

Calendário de Vacinas do Prematuro da Associação Brasileira de Imunizações

Esse é o calendário de vacinas recomendado pela Associação Brasileira de Imunizações.

VacinaRecomendações e cuidados especiais
BCG-IDDeverá ser aplicada ao nascer em recém-nascidos com peso maior ou igual a 2.000 g.
Hepatite BAplicar ao nascer no esquema habitual de três doses (0, 1 e 6 meses).
Naqueles nascidos com menos de 33 semanas e/ou com menos de 2.000 g, aplicar esquema de quatro doses: 0, 1, 2 e 7 meses de vida.
PALIVIZUMABE (VSR)(**)Durante período de circulação do Vírus Sincicial Respiratório (no Brasil ocorre entre os meses de março a setembro).
PneumocócicaIniciar o mais precocemente possível (aos 2 meses). Respeitando a idade cronológica:
três doses aos 2, 4 e 6 meses e um reforço aos 15 meses.
Influenza (Gripe)Respeitando a idade cronológica: duas doses a partir dos 6 e reforço 30 dias após.
Poliomielite (inativada)Em recém-nascidos internados na unidade neonatal utilizar somente vacina inativada (injetável). Deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade.
RotavírusO prematuro hospitalizado não deve receber essa vacina, que é feita com vírus vivos e oferece risco potencial de disseminação do vírus vacinal dentro da UTI neonatal. Dependendo do fabricante, a vacina pode ser aplicada em duas ou três doses, aos 2, aos 4 e, se for o caso de uma terceira dose, aos 6 meses de idade.
Tríplice BacterianaUsar de preferência vacinas acelulares. Deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses, e dois reforços, aos 15 meses e aos 4 anos de idade.
Haemophilus tipo BNo caso de prematuros extremos, na rede pública é aplicada após 15 dias a aplicação da Tríplice Bacteriana. O reforço será aos 15 meses.
(**) Não disponível na rede pública. Mas o Estado de São Paulo fornece a vacina desde que mediante solicitação médica e obedeça alguns critérios.
As demais vacinas do calendário de vacinação da criança devem ser aplicadas de acordo com a idade cronológica.